PORTO DO RIO GRANDE ULTRAPASSA PARANAGUÁ NO ESCOAMENTO DA SOJA!

27/12/13

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A todos que construíram coletivamente ente momento do Porto do Rio Grande retomando nossa capacidade e agilidade de operação...Obrigado...MELHORAR EM TODOS O SEGMENTOS DEVERÁ SER NOSSO OBJETIVO! Pelas nossas características físicas e geográficas, certamente não seremos o maior Porto Brasileiro, mas com trabalho, planejamento, visão sistêmica do processo portuário poderemos ser um dos mais eficientes e eficazes do Brasil!

Dirceu Lopes


Terminal paranaense, que desde 2004 era a segunda principal porta de saída do produto no país, foi ultrapassado por Rio Grande (RS), que conseguiu movimentar quase cinco vezes mais do que a média nacional

Luana Gomes e Cassiano Ribeiro - Gazeta do Povo (AgroGP)

Num ano em que o Brasil amplia suas exportações de soja a níveis recordes e se consolida como o principal fornecedor do produto para o mundo, o Porto de Paranaguá não acompanha o ritmo do crescimento nacional. Levantamento do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo a partir de dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) revela que o terminal paranaense movimentou 7,7 milhões de toneladas do grão, um salto de 13% sobre igual período de 2012, mas quase metade do índice brasileiro (30%). Com isso, o porto, que no ano passado foi responsável por 21% das vendas externas do país, tem sua participação reduzida a 18% neste ano.

Quem se beneficia com o recuo são os próprios vizinhos sulistas. Juntos, Rio Grande (RS) e São Francisco do Sul (SC) movimentaram mais de 12 milhões de toneladas da oleaginosa nos primeiros onze meses do ano – volume semelhante ao registrado por Santos. Desde 2004, quando ultrapassou Paranaguá e assumiu a liderança no ranking nacional, o porto paulista é a principal porta de saída para a soja exportada pelo Brasil.

Até o ano passado, o corredor paranaense mantinha a segunda colocação e agora está sendo superado por Rio Grande, que cresce quase cinco vezes acima da média nacional. Com 8,2 milhões de toneladas embarcadas até novembro, os gaúchos “roubam” a posição de Paranaguá. O line-up (programação) de navios indica que o quadro não será revertido em dezembro.

Mas o quadro deste ano não deve se sustentar por muito tempo, defendem especialistas. “Essa saída se deveu a uma conjunção de fatores que vai da condição de preço para exportação à ineficiência de outros portos”, avalia o analista de mercado da Informa Economics FNP Aedson Pereira. Ele lembra que as filas nos portos de Santos e Paranaguá – que no pico do escoamento passaram de 200 e 100 embarcações, respectivamente, numa espera de até dois meses – acabaram deslocando alguns navios para Rio Grande, onde o tempo de espera era de menos de uma semana. “Além disso, o Rio Grande do Sul tem uma logística que favorece a saída de soja. O porto está próximo da principal região produtora do estado”, pontua Pereira.

O superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, nega que o congestionamento em alto mar tenha tirado cargas do terminal paranaense. Segundo ele, somente três navios que estavam na baia de Paranaguá foram deslocados para os portos vizinhos. “E por questão de contrato, não de opção.” Ele reconhece, no entanto, que o porto está operando no limite de sua capacidade. “Enquanto Paranaguá parou por dez anos, os outros portos cresceram. Não conseguimos avançar nem sequer um metro de cais, isso nos custa caro hoje. É claro que precisamos de novos terminais, mas isso está travado. Brasília retardou o processo [de licitação de novas áreas],” ressalta.

O superintendente da Appa acrescenta que o porto gaúcho trabalhava com capacidade ociosa e por isso tinha condições de absorver cargas extras. “Prova disso é que você não vê Rio Grande no programa de investimento do governo federal”, argumenta. A reportagem tentou contato com o superintendente do Complexo Portuário Termasa/Tergrasa, responsável pelo escoamento dos grãos a partir de Rio Grande (RS), mas não obteve retorno às ligações até o fechamento desta edição.
Estratégia
Demanda motiva investimentos em portos vizinhos

O aumento do apetite dos importadores de grãos, principalmente pela soja, milho e farelo produzidos no Brasil, assegura o terreno para obras de ampliação de capacidade de exportação nos três principais portos do sul do país. Paranaguá, São Francisco do Sul (SC)e Rio Grande (RS) devem elevar em ao menos 4 milhões de toneladas a movimentação total de cargas já no próximo ano.

Somente o Corredor de Exportação paranaense deve ter incremento de 2 milhões de toneladas em cargas. O aumento é esperado em função da nova norma para carregamento de navios e da compra de equipamentos. O governo promete investir mais de R$ 200 milhões no porto em 2014.

O terminal catarinense, que tem ampliado de 20% a 30% o volume de grãos enviados ao mundo nos últimos anos, promete manter o ritmo de crescimento e movimentar ao menos 1 milhão de toneladas a mais do que neste ano. Além disso, a iniciativa privada pretende tirar do papel um projeto que vai aumentar em 5 milhões de toneladas a movimentação anual. “Estamos nos preparando e assimilando o mercado excedente. Um novo terminal de exportação, próximo ao porto, deve ficar pronto em dois anos”, revela o presidente da Administração do Porto de São Francisco do Sul, Paulo Corsi. Segundo o executivo, a obra deve demandar cerca de R$ 300 milhões, que serão desembolsados por empresários.

Até mesmo porto de Itapoá (SC), que tem concentrado embarques de carnes e madeira, cogita participar das vendas externas de soja. “Desde 2012 o Porto Itapoá tem recebido uma demanda considerável de clientes que exportam grãos em contêineres. Esta modalidade tem atraído os clientes que preferem agilidade, perdas baixíssimas e segurança na exportação de seus produtos. A tendência desta operação tende a se intensificar nos próximos”, afirma o porto através de sua assessoria.
2014
Com safra nova, quadro deve ser revertido

“Rio Grande é o melhor exemplo do que aconteceu no Brasil em 2013”, aponta Aedson Pereira, analista de mercado da Informa EconomicsFNP. Ele explica que o estado, que costuma consumir internamente 55% de tudo o que produz, neste ano vai exportar 65% da safra na forma de grão e processar apenas 35% da produção. Os números confirmam a avaliação do analista. Levantamento do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo a partir de dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) revela que 95% da soja exportada via Rio Grande foi produzida dentro do próprio estado gaúcho.

No próximo ano, contudo, com a recuperação da produção nos Estados Unidos e a colheita de uma safra recorde na América do Sul, deve haver retomada no processamento, afirma o analista. “Se conseguirmos produzir de mais de 90 milhões de toneladas, vamos gerar oferta suficiente para o mercado externo e também para baixar a taxa de ociosidade da indústria. E se os nossos vizinhos Argentina e Paraguai aumentarem sua produção na mesma proporção que o Brasil, o mercado será inundado pelo grão e talvez a indústria encontre uma cotação mais baixa e que viabilize o esmagamento”, prevê.

Com margens apertadas por preços internacionais recordes após uma safra de quebra nos Estados Unidos, a indústria brasileira foi obrigada a pisar no freio. Desabastecido, o mercado externo demandou mais produto brasileiro e as exportações de soja em grão explodiram, ultrapassando, pela primeira vez, o volume processado. De acordo com a Abiove, associação nacional que reúne a indústria de soja, apenas 43% da produção da safra passada (2012/13) foi esmagada internamente. “O preço da soja na época em que a indústria costuma comprar, no pico da safra, estava muito alto. Não dava margem, porque tinha de cobrir o custo de processamento e de frete mais altos”, relata Pereira.

Gazeta do Povo (AgroGP)

26/12

Link: http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=190499

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Médicos Cubanos e a Volta Ecológica da Ilha dos Marinheiros.

26/11/13

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Participei neste domingo da Volta Ecológica da Ilha dos Marinheiros/RG. Muito bem acompanhado pelos Médic@s Cubanos do Programa #MaisMédicos do Governo Federal e da Secretaria Municipal de Saúde Vera Alves. Trocamos informações importantes a cerca da política de saúde e a formação destes profissionais. Fiquei entusiasmado pelo senso de responsabilidade com vida e o entendimento sobre a saúde preventiva que deve ser praticada. Rio Grande foi contemplada por bons profissionais. Começam a trabalhar quarta-feira nas comunidades.

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Porto do Rio Grande participa do VIII Seminário SEP de Logística.

26/11/13

 

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O Porto do Rio Grande participa, em Fortaleza (CE), do VIII Seminário SEP de Logística, realizado de 20 a 23 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará. Nesta quinta-feira (21), o porto gaúcho integrou o painel "Os corredores de exportação de grãos do presente", com os portos de Paranaguá (PR) e Santos (SP). O diretor técnico do Porto, Luiz Laurino, realizou a apresentação sobre o escoamento de grãos pelo complexo portuário do Rio Grande.

Na ocasião, Laurino abordou o Plano de Ação da Safra de soja realizado em conjunto com os terminais graneleiros, que rendeu ao porto gaúcho o destaque como benchmarking, de acordo com uma pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). "O escoamento de grãos de forma planejada, abrangendo os diversos órgãos envolvidos na safra, possibilitou ao porto a colocação como 1º lugar no Brasil e 7º no mundo em eficiência portuária para movimentação de grãos", destacou.

A Superintendência do Porto do Rio Grande também está representada pelo Diretor de Infraestrutura, Cesar Wojciechowski. Paralelamente ao seminário, ocorre a V Expolog - Feira Nacional de Logística, onde o porto tem um estande para atender ao público do evento. "A participação nesta feira é importante, pois temos a oportunidade de dialogar com as autoridades portuárias de todo o Brasil e trocar experiências, além de apresentar ao mercado as potencialidades do Porto do Rio Grande", avaliou Wojciechowski.

O Seminário SEP de Logística e Expolog - Feira Nacional de Logística são direcionados a todos os atores e elos da Cadeia Produtiva de Logística. O evento, realizado numa área de exposição com 5.000 m², reúne novidades em tecnologias e tendências de Logística, espaço privilegiado para negócios, networking, divulgação de marca de produtos e serviços. 

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Porto do Rio Grande: 98 anos de história!

18/11/13

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O Porto do Rio Grande completou, nesta sexta-feira (15), 98 anos de história em um grande momento, com importantes projetos em desenvolvimento e boas perspectivas para o futuro. Único porto marítimo do Rio Grande do Sul e o mais meridional do Brasil, o Porto do Rio Grande é um instrumento fundamental de desenvolvimento socioeconômico e ambiental do governo gaúcho e brasileiro.

"Nosso objetivo é ser um porto cada vez mais eficiente com segurança, pontualidade e liquidez, mas sempre na busca por competitividade. O porto, através de sua multiplicidade de cargas, representa a riqueza do RS", avalia o Superintendente do Porto, Dirceu Lopes.

Segundo Lopes, o trabalho desenvolvido em conjunto com os operadores portuários, terminais privados, sindicatos dos trabalhadores da orla portuária e toda a comunidade portuária tem como resultado os bons números do porto. Os investimentos dos governos federal e estadual acarretam ganhos consideráveis para o complexo portuário.

A movimentação total de mercadorias neste ano já atingiu 29 milhões de toneladas e a perspectiva é fechar este ano com 33 milhões de toneladas movimentadas. Entre os projetos de infraestrutura já em andamento destacam-se a qualificação do Porto Novo com a repavimentação da área primária, incluindo obras de drenagem, rede de energia elétrica e lógica e pavimentação do cais, e a obra de modernização de 1.125m de cais do Porto Novo.

Histórico 
Em 1º de março de 1915, aproximadamente às 17h30min, o navio-escola Benjamin Constant, da Armada nacional, calando 6,35 metros, transpôs a Barra. Por volta das 18h30min, atracou no cais do Porto Novo do Rio Grande, em meio a solenidades festivas. Em 15 de novembro de 1915, foi inaugurado o primeiro trecho de cais do Porto Novo, numa extensão de 500 metros, logo entregues à operação.

 

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Presidenta Dilma estará em Rio Grande nesta sexta-feira!

08/11/13

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A Presidenta Dilma Rousseff estará em Rio Grande, nesta sexta-feira (8), juntamente com a Presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, para a cerimônia de conclusão das obras da plataforma P-58, que está atracada no cais do Porto Novo. Além disso, a comitiva presidencial realizará uma visita à construção dos cascos replicantes dos FPSOs para o pré-sal em andamento no Polo Naval de Rio Grande.

O Navio MT Welsh Venture, que foi transformado no casco da plataforma P-58, chegou a Rio Grande em outubro de 2011. A plataforma P-58 é uma unidade flutuante do tipo FPSO que produz, armazena e transfere petróleo, com capacidade de produção de 180 mil barris de óleo/dia, de compressão de 6 milhões de metros cúbicos de gás/dia, de injeção de água de 350 mil barris/dia e de acomodações para 110 pessoas. A P-58 será instalada no norte do Parque das Baleias, na Bacia de Campos, litoral do Espírito Santo. 

Conforme a Petrobras, já os oito cascos de FPSOs estão sendo construídos para o desenvolvimento dos campos de petróleo do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11, localizados na Bacia de Santos. Os FPSOs replicantes são uma nova geração de plataformas, concebidas segundo parâmetros de simplificação de projetos e padronização de equipamentos. A produção, em série, de oito cascos idênticos permitirá maior rapidez no processo de construção, ganho de escala e consequente otimização de custos. Cada FPSO terá capacidade para processar até 150 mil barris por dia de óleo e 6 milhões de m³ de gás por dia.

Assessoria de Comunicação da SUPRG com informações da Petrobras

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